Ordálios e brigas de faca no astral

Deserto,a solidão e a provação...

Em uma de minhas conversas com um colega meu sobre a trilha na senda ele citou um exemplo que vez ou outra volta na minha cabeça,que é o de que a medida que o estudante passa a conhecer as leis espirituais que movem as engrenagens do mundo físico e metafísico ele passa a tomar consciência de que aquilo que antes era comum não é mais tão mundano assim.

E que a medida que se intensifica os estudos e práticas,o estudante passa a ter uma consciência maior dos processos e,inconscientemente ou não,passa a interferir nestes processos…o tempo parece se “acelarar” ou “desacelerar” e coincidências começam a ocorrer de forma mais frequente que o estudante imaginava,deixando-o assustado.

Com o tempo vem um silêncio mortal que precede coincidências mais infelizes e duras para com o estudante.Sim…coisas escrotas como sofrer doenças mais que o comum da média,entrar em brigas mais que o comum,sentir-se isolado mesmo entre muita gente,ou ignorado em todas as situações,perdendo a voz e a atividade entre outros tipos de sofrimento e confusões caóticas que lhe bombardeiam na medida que se intensifica as práticas.

O mundo,como diz um amigo meu,é composto por uma Dialética em que a busca espiritual é obliterada pelo mundano.Um conceito bastante gnóstico de que parece o mundo estar contra você em tudo,praticamente o universo “conspirando” contra você através do azar.Isso é um ordálio champz!Parabéns,mas apenas um dentre vários outros tipos mais abrangentes de ordálios.

“O que são ordálios afinal?”

A melhor imagem que me vem à mente é a do direito de costumes germânico antigo ou das antigas leis babilônicas para ilustrar a minha resposta.Esses institutos legislativos visavam combater a criminalidade ao extremo mas dava uma mínima chance ao réu de conseguir provar a “inocência”.Para tal,se fosse acusado de calúnia,o réu,para provar a inocência,deveria ser amarrado com as mãos nas costas e ser jogado nas correntezas de um rio caudaloso.Se sobrevivesse,estaria ele falando a verdade.

Quando não,teria ele que segurar uma barra de ferro em brasa por alguns poucos segundos sem gritar ou pestanejar.Nem vou tão longe.Pensem bem,ser acusado de ser “rei dos judeus” e,por falta de “provas” a favor da defesa,como então provar?Ora,se és mesmo o rei dos judeus “levanta-te e sai tu mesmo desta cruz” depois de uma longa tortura e crucificação até a morte!

O ordálio é ao mesmo tempo um fenômeno (sobre)natural e uma provação àquele que busca a iniciação.O seu objetivo é testar mesmo,pelo menos é isso o que eu percebo,posso estar equivocado quanto a isso.A vida é feita de escolhas e muitas vezes não temos (muitas vezes?Jamais teremos!) as mesmas oportunidades e opções que os outros.De certo modo temos de escolher entre uma dentre várias opções e conviver com as escolhas feitas.

Isso pode gerar um paradoxo,uma frustração sobre as múltiplas opções que nos são oferecidas.Devemos muitas vezes escolher uma e somente uma dentre tantas e não nos arrepender ou viver num delírio de como teria sido se tivéssemos escolhido a outra opção de caminho.

O mesmo se dá com os ordálios.Ao mesmo tempo que te testa para ver se você é realmente digno de estar na senda,a Dialética do mundo mortal lhe dá a opção de voltar atras e não buscar se iluminar para adquirir uma consciência maior.Não por maldade,mas o pior inimigo do homem chega a ser ele próprio e não os fatores externos que o testam.

Eu digo isso porque vi alguns se perderem no caminho,alguns do ocultismo,outros da vida em si.Não existe essa separação entre iniciático e profano,é uma ilusão de percepção.A vida de todos é uma eterna provação e iniciação.Somos forçados a isso.E essa “purgação” depois que passa tem um efeito benéfico que não dá para se medir com exatidão,pois mexe com níveis muito profundos do ser e sua interação com o resto do mundo que o rodeia.

Eu sou um cara colérico e passei por algo parecido.Para se notar a sutileza eu tinha como desafio controlar minha raiva e cólera comuns em minhas características de teoria humoral e astrologia.Meu Guevurah era ligado 24 horas por dia,sem dó nem piedade.Particularmente ainda é um pouco difícil controlar essa energia explosiva e direcioná-la para algo útil e sair do risco de auto-destruição.

Quando eu mais tentava ser paciente e refreava meu instinto de fúria parecia que as pessoas,familiares,amigos,colegas de faculdade e até mesmo professores vinham ao meu encontro em diversos atritos egóicos sob as mais diversas confusões que poderiam surgir.E isso num momento que eu queria controlar minha fúria explosiva e me tornar uma pessoa mais paciente.

Depois de um ano de trabalho duro eu consigo uma mera migalha de sucesso.Não é fácil sublimar as impurezas do veículo que é o ego,mas consegui me tornar uma pessoa menos furiosa.Menos ruim de certa forma já é algo com o que se contar.Eu mesmo costumo ser bastante auto-crítico e depressivo.Não meço esforços para me achar um bosta de ser humano.Isso ainda não mudou.

Passar nos ordálios é um trabalho de reflexão,e o cuidado de vigília para consigo mesmo é inevitável.Esses são os momentos mais importantes para se trabalhar o diário mágico,como falei em postagens anteriores.Deve-se meditar sobre isso.

Quando não é a própria natureza a nos testar,são os próprios entes do astral ou físicos a nos atacar.Da mesma forma com os ordálios,temos de nos proteger e atacar.

Sim,atacar.Não seja besta em pensar que magia é coisa fofinha.Magia pode ser tão escrota e desafiadora nas mãos de gente perigosa ou entidades que querem seu mal.Não é porque se é estudante e praticante das ciências arcanas que não se deixa de estar sujeito a algum perigo desse tipo no caminho.

Já ouvi de cada caso cabeludo de magia negra com o propósito de matar,ou mesmo de destruir a vida profissional,separar casais ou mesmo famílias.Quando não,ataques de entidades malfazejas com objetivo de fazer pirraça e absorver o medo e sanidade do indivíduo.

Nesse ponto eu condordo plenamente com a proposição do Crowley de que magia tem de objetivar o Santo Anjo Guardião e que usada por motivo torpe e egoísta já constitui interferência na verdadeira vontade alheia,sendo assim magia negra e profanada.

“Mas como então defender-se?”

A primeira medida a se tomar em se tratando de defesa (contra ataques de entidades/pessoas e ordálios) é estudar o plano astral e a interação do homem com os seres que lá habitam esse plano.O entendimento de como funcionam as engrenagens e portas ocultas do universo é imprescindível ao magista que tem de estar atento a tudo que ocorre ao redor,assim como medida até mesmo de antecipação.O melhores jogadores de xadrez planejam várias jogadas a frente de seu oponente,porquê não seria o mesmo com o ocultista?

A segunda é fortalecer o corpo,mente e espírito.Já deve estar claro que é necessário ao indivíduo um bom cultivo da saúde por meio de exercícios e alongamento,para diminuir a tendência ás doenças,assim como também ter uma boa prática meditativa para ter uma mente que aguente experiências mais fortes e impactantes.Quanto ao espírito,práticas diárias de banimento como RMP (Ritual Menor do Pentagrama),RGP (Ritual Gnóstico do Pentagrama),RDP (Ritual Discordiano do Pentagrama),Rubi Estrela,Ritual Dracontia…tudo ao gosto da vertente com a qual o praticante mais se identifica.Com a prática diária desses ritos se fortalece o corpo astral e se elimina energias mais densas que interfiram no duplo-etéreo do praticante.Uma verdadeira “musculação astral” enfim.

O terceiro passo é levantar as defesas.É mais específico,com encantos de proteção,imantação de objetos com tal finalidade,valendo utilização de talismãs,runas,sigilização de proteção,criação de servidores com tal finalidade,etc.Vale lembrar que o pantáculo que é disposto sobre o altar do magista por si mesmo é um escudo de proteção,rebatendo as energias negativas.Sem falar no clássico sal grosso para tomar banho ou colocar nas entradas ao melhor estilo Supernatural!

De livros que eu li sobre o tema,os que recomendo (mesmo á contragosto) são os da Dion Fortune e do Marcelo Ramos Motta.

A começar pela Fortune,que em sua obra “Autodefesa Psíquica” expõem através de relatos variados os diversos tipos de casos que podem ocorrer na senda como possessão,domínio mental,alucinação e vampirismo e posteriormente explicava sob teoremas simples que conciliavam tanto a abordagem espiritual quanto a psicológica.Isso por causa de sua formação na área de psicologia e psicanálise,ficando mais fácil diferenciar se a origem do transtorno é mental/fisiológico ou de fatores externos ao praticante que fugiam a normalidade.

O livro em si como fonte de consulta é ótimo e dá ao estudante uma noção de como eles agiam na época.Entretanto peca pela falta de detalhes da procedência de algumas histórias assim como de práticas que exerçam proteção efetiva.Algumas foram até expostas como no caso de selar recintos traçando pentagramas à base de água e sabão imantados com energia.Eu até entendo o motivo disso,pois ela era ex-membro (na época da obra) da Aurora Dourada e não podia expor nenhuma dica a mais de rituais específicos devido aos juramentos que ela fez.Isso é uma presunção minha,é claro.

No mais,na minha opinião pessoal ela peca um pouco quanto a definição dela de magia negra e Caminho da Mão esquerda.A mea culpa dela é que a formação dela foi na G.D. mesmo e da tradição de separar alta da baixa magia,que tem um tom muito dualísta por sinal,como se houvesse “bem” ou “mal” absolutos,o que revela nela um traço de medo do escuro primal que habita o seu inconsciente.

Outra obra que deve ser lida (também mais pelo seu caráter histórico que pelo conteúdo em si) é a do Motta,de nome “Ataque e Defesa Astral”.Uma obra relativamente mais longa que a primeira,mas não posso dizer que seja em qualidade maior.

O que me deixa puto do Motta é a contradição dele.Por exemplo,na quase totalidade dos comentários que ele fez do “Magia sem Lágrimas” só ter faltado esfolar o Regardie dizendo que

“(…) O parágrafo a seguir foi cortado pelo Sr. Regardie em sua “edição”, por razões relacionadas com a pura ganância. O paragrafo chama a atenção para os esforços de Crowley em decifrar os mistérios do Yi Jing, e Helen Parsons Smith tinha acabado de colocar pra fora sua própria “edição” deste Livro.(…)” (visto nesse link)

Isso vindo de um puto que P-L-A-G-I-O-U a maioria das histórias do Autodefesa Psiquica!!! (desculpas,não consegui me conter.Onde estávamos…?)

Tirando o plágio da maioria dos casos que ele expõem no livro,ainda dá para aproveitar legal algumas informações a respeito de influência mental e sexual em se tratando de magia,pois ainda é um assunto bastante polêmico,entre outros detalhes,como as vivências pessoais dele em se tratando de thelema,A.’.A.’. e O.T.O.

A exceção é a exposição exagerada que ele faz do Crowley em alguns de seus inúmeros “causos”,como a destruição pitoresca de uma vampira e sua quadrilha de charlatães,comparando-o a um tipo de Yusuke Urameshi que dá leigan pra tudo que é lado.Tudo bem que o Crowley é foda e realmente dedicou a vida dele contra o charlatanismo,que é deveras louvável e ameniza a “bichisse” (no sentido de frescura mesmo) dele de chamar atenção da mídia para as putarias que ele fazia.Mas tratá-lo como um supra-sumo sempre e usar a Santa Ordem,vilipendiando-a,com uma propaganda imbecil contra contra outras instituições (ele chegou a citar o Lectorium Rosacrucianum como ordem de “magia negra”) é uma babaquice sem tamanho.

Não deve se fazer vista grossa para essas coisas.O Motta como magista é inquestionável,mas nada apaga as merdas que ele fez em vida.

Mas vá bene,é como dizem nos clássicos fimes B :”A melhor defesa é o ataque”

No retreat,no surrender!!!

Fontes,

Autodefesa psiquica,Dion Fortune,Ed.Pensamento

O Livro dos Espíritos e O Livro dos Médiuns,Allan Kardec,da Ed.Centro de Difusão Espirita (dá uma abordagem científica sobre o tema,mesmo não sendo bem visto do ponto de vista do ocultismo em si)

Autodefesa psiquica (Link do 4.shared)

Ataque e Defesa Astral,Marcelo Ramos Motta

Necromancia e espiritismo,do Crowley,onde aborda sobre o tema de uma forma bastante cética em Magia sem Lágrimas

Supernatural,uma ótima série sobre um assunto.Casa muito bem ocultismo com ficção

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Sobre abraxasimago

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4 respostas para Ordálios e brigas de faca no astral

  1. Aspargo disse:

    Parabéns pelos seu texto coerente, nada como analisar friamente as obras daqueles que, mesmo que admiremos, saber que eram humanos – uns bem menos humano – com todas as suas falhas de moral e caráter.

    • AbraxasImago disse:

      Que bom que gostou Aspargo! 🙂

      Olha que é difícil para mim comentar sobre essas personalidades de forma equilibrada,sem defender “nenhum” dos lados da história e sem ter expectativas de não gerar polêmicas.Isso por ainda respingar o passado dos pioneiros em thelema aqui no país,para o bem como para o mal.

  2. duende disse:

    Salve Salve!
    Vamo lá:
    (como não tem os botões de blockquote vou por entre “——–” seus comentários)
    ———-
    O mesmo se dá com os ordálios.Ao mesmo tempo que te testa para ver se você é realmente digno de estar na senda,a Dialética do mundo mortal lhe dá a opção de voltar atras e não buscar se iluminar para adquirir uma consciência maior.
    ———-
    Percebo diferente, assim como quem estuda acaba se aperfeiçoando, como você mesmo disse, entendendo um pouco das engrenagens de como as coisas funcionam e usando isso de alguma forma para te economizar tempo( por exemplo você percebe que ter um temperamento explosivo não é bom, mas usando geburah como um norte para disciplinar suas ações acaba sendo um uso mais proveitoso dessa energia), as dificuldades acabam vindo antes também, de forma a raspar o iniciado( ou aquele que está na senda) para o que vem a seguir( assim como se subisse uma montanha, olhando pra frente você não sabe o que lhe aguarda. mas olhando pra traz percebe que os acontecimentos foram preparações para você realizar onde está ( no exemplo da montanha, realizar a escalada dela)).
    Dito isto, não não acredito que algo aconteça para saber se voê é digno ou não pra estar na senda. até porque do ponto de vista do universo, somos tão grandes quanto um milésimo de grão de areia.(e onde fica seu ego agora hein? rs)

    e neste parágrafo você se contradiz:
    ——
    Eu digo isso porque vi alguns se perderem no caminho,alguns do ocultismo,outros da vida em si.Não existe essa separação entre iniciático e profano,é uma ilusão de percepção.
    ——
    se o profano, não profano e a colher não existem, não tem o porque alguém ser provado para ser digno de algo(como de forma a elitizar quem o faz)..

    ****************************
    sobre seu passo a passo de como proceder..
    O mundo se molda de acordo com quem vive nele.
    Da forma como você diz, parece que estamos sempre numa guerra eterna.
    Sempre estando na “frente” para saber onde pode ser atacado, e ja se preparando contra isso.
    Com isso sua vida nunca vai ter um descanso, você sempre “pode” estar sendo alvo de algo( e se pensar assim provavelmente será).
    Mas existem outras formas, vou chutar alto e falar de algo claro.
    Veja o Gandhi por exemplo, nada foi fácil para ele, não devia viver a base de banimentos, ele fazia aos outros o que gostaria que fosse feito pra ele, sempre pela não violência, e foi isso ele moldou o mundo a volta dele, entende?

    Acredito que antes de se preparar e se armar até os dentes pra um WW3 versão astral, a pessoa deva ver a forma quela está vibrando, tudo é energia, e tudo vibra, se você vibrar numa nota, sua volta começa a entrar em harmonia( ou não dependendo de sua nota)

    Abração
    Duende

    Obs: erros de concordância são meras coincidência. -><-

    • AbraxasImago disse:

      Duende,

      Quando eu falo e dignidade eu não me refiro em estrito senso a algum tipo de “moralidade”,mas a provação de algo ao estudante que pratica.Nesse caso a dignidade está em ter mérito de conseguir executar algo.Você mesmo pode notar essa sutil diferença entre os métodos.Posso estar vendo a questão de forma dualista,isso porque o ego é individual,ou seja,o dualismo é algo interno.O Universo não tá com uma espada o tempo todo na garganta do cara.O Universo é um paradoxo de ordem e caos (opinião minha de como eu o vejo),se o indivíduo não transcende essa dualidade em conflito para unir-se ao Universo,entra em choque com ele.E isso independe de o cara ser um buscador ou alguma pessoa que ainda não “acordou” para a realidade.

      Sobre Gandhi é algo bem sutil.Para o ocidental tem que haver uma externalização como foco para a limpeza interna,porque o banimento não é somente um aspecto externo,mas reforça os corpos sutis do praticante e o deixa mais consciente dos processos energéticos.No pensamento do Oriente,os conflitos com o universo por meio exteriorizado e representado por entidades hostis era vistos como agentes ilusórios que afastavam o buscador da busca pela verdade maior.Ghandi praticava meditação e eliminava esse tipo de distração nociva por meio da indiferença…que também pode ser um tipo de banimento,só que internalizado.

      Eu digo isso por experiência própria.Uma vez numa meditação matinal com japamala eu me deparei ao melhor estilo DuQuetti com a imagem mental de um diabo vermelho clássico católico (com chifres e rosto vermelho) e o puto rindo na minha cara…isso eu olhando com o “fundo do olho da mente”.Foi tão real que eu abri os olhos e senti um arrepio cruel.Tentei fechar os olhos e meditar novamente mas o puto tava de novo olhando pra mim,frescando com minha cara e o medo tava começando a tomar de conta de mim.

      O quê eu poderia ter feito nessa situação?Como um colega meu que nem titubearia e lascaria no diabrete um RMP pra mandá-lo pros inferno?Não,optei por aproveitar a meditação e fazer uma assunção do arcano XV e me imaginar como o próprio diabo,aceitando o aspecto do meu subconsciente…e consegui absorvê-lo de boa!Literalmente “comi” o puto!

      Perceba que nesse exemplo eu entrei arquetípicamente em choque com um dos aspectos do Universo e fui “testado” a entrar novamente em equilíbrio.Isso de forma infinitesimal,e não deixa de ser um ordálio que me faz tomar algum posicionamento ou nenhum.

      É o que eu penso do assunto.Fique a vontade para discordar da verdade sempre,esse espaço é mesmo para comentários e muito me alegra que os leitores do blog participem dele.Eu não detenho nem a verdade e tampouco sou um “mestre”.

      Na verdade sou bem socrático e não sei de porra nenhuma,posso correr o risco de estar trollando todos vocês com meus posicionamentos hauhauhauh

      Até,

      Abraxas.

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